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Pela primeira vez fora da Bahia, San Island Weekend 2020 será no Ceará



Depois de passar por Morro de São Paulo e Trancoso, no litoral baiano, o San Island Weekend sai da Bahia pela primeira vez. O evento, comandado pelo Grupo San Sebastian, abriu no dia 11 de setembro, as vendas para a edição 2020, que acontecerá de 22 a 24 de maio, no paraíso cearense de Jericoacoara, a 370 km de Fortaleza.


"Jeri já era um potencial destino do San Island há um tempo e, além das belezas naturais, traz outros atrativos, como uma rede hoteleira preparada e aeroporto capaz de receber visitantes de diferentes partes do Brasil com qualidade e segurança", explica José Augusto Vasconcelos.


"Em 2020, mais uma vez teremos Ivete Sangalo como nossa grande estrela e estamos preparando outras surpresas, que serão divulgadas aos poucos até lá. Sem dúvida, será mais uma edição incrível da festa, uma experiência diferente, dentro do nosso esforço de sempre valorizar o Nordeste", revela André Gagliano.



Jericoacoara


Em 1984, a lei federal declarou Jericoacoara como "Área de Proteção Ambiental" (APA), e em 2002 a área atingiu o status de proteção ambiental do país como um Parque Nacional. Tornou-se popular entre mochileiros e viajantes mais aventureiros que buscam locais desconhecidos e incomuns. Em 1984, a "Washington Post Magazine" nomeou Jericoacoara como uma das 10 praias mais bonitas do mundo. Desde então, a pequena vila de pescadores vem crescendo lentamente. No entanto, graças às limitações de construção, você não encontrará edifícios maciços ou hotéis.


Jericoacoara é um lugar a parte do mundo moderno, apressado de sirenes gritantes, prazos maníacos, engarrafamentos infinitos. Um lugar onde as ruas são pavimentadas com areia, onde as praias se estendem tão longe quanto o olho pode ver e onde a água morna se casa com a brisa das folhas dos coqueiros. Até cerca de 20 anos atrás, Jericoacoara ainda era uma aldeia de pescadores isolada e simples. Não havia estradas, nem eletricidade, nem telefones, nem TV, nem jornais e dinheiro era raramente utilizado. Isso trouxe muitas restrições de construção e controle do turismo, o que ajuda a preservar a área. A eletricidade chegou na aldeia e hoje, chuveiros quentes e ar condicionado não são mais artigos de luxo. No entanto, a lei local proíbe a iluminação pública.

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