Rui Costa fala sobre duplicação da BR-116, barragem do Catolé e macrodrenagem em visita a Vitória da Conquista
- Da Redação

- 4 de dez. de 2025
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O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), esteve em Vitória da Conquista na última sexta-feira (28), acompanhando entregas do Governo do Estado ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Durante a agenda, o ministro comentou sobre três obras consideradas estratégicas para o município e região: a duplicação da BR-116, a barragem do Rio Catolé e a macrodrenagem prevista no Novo PAC.
Duplicação da BR-116
Rui Costa afirmou que o processo de concessão da rodovia está em fase final de análise no Tribunal de Contas da União (TCU). Assim que houver autorização, o edital será publicado.
“A expectativa é que no primeiro semestre de 2026 a gente tenha a licitação. Haverá um leilão na Bolsa de Valores de São Paulo envolvendo a BR-116 e a BR-324. Esse processo deve atrair cerca de R$ 14 bilhões em investimentos, incluindo a duplicação da chegada a Conquista, acessos ao Centro Industrial e intervenções no contorno viário”, disse o ministro.
Barragem do Rio Catolé
Sobre a barragem do Catolé, obra considerada essencial para a segurança hídrica de Vitória da Conquista e região, Rui Costa afirmou que os trabalhos seguem dentro do cronograma previsto.
“Essa obra será entregue e concluída em 2026. Vai garantir segurança hídrica para Conquista pelos próximos 30 anos”, declarou. Segundo ele, uma visita ao canteiro chegou a ser cogitada na agenda, mas foi adiada para dezembro.
Macrodrenagem no Novo PAC
Questionado sobre a necessidade de obras de macrodrenagem no município, tema que tem ganhado destaque no debate público local, Rui Costa confirmou que o projeto está incluído no Novo PAC e já recebeu autorização do Governo Federal.
“Tanto o Governo do Estado quanto a Prefeitura inscreveram propostas quase idênticas. Juntamos os dois projetos, ajustamos o que faltava em cada um e a obra já está autorizada. A licitação deve ser publicada nos próximos dias”, explicou.
O ministro garantiu ainda que a execução deve começar no primeiro semestre de 2026.



