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MBL de Conquista contesta Waldenor e nega fake news: "Recesso não impede deputado de assinar CPI"

Murilo Oliveira | Foto: Divulgação
Murilo Oliveira | Foto: Divulgação

O MBL de Vitória da Conquista reagiu oficialmente à denúncia apresentada pelo deputado federal Waldenor Pereira (PT) contra o porta-voz do movimento, Murilo Oliveira, negando o compartilhamento de informações falsas e defendendo que a cobrança por um posicionamento sobre o caso do Banco Master é um direito legítimo de fiscalização cidadã.


O embate teve início após o parlamentar acionar a Polícia Civil e a Polícia Federal, acusando o porta-voz de propagar desinformação ao afirmar que o deputado teria se recusado a assinar uma CPI. Na denúncia, Waldenor classificou o vídeo como uma tentativa de atingir sua honra e justificou que a Câmara dos Deputados está em recesso, alegando que pedidos dessa natureza só poderiam ser formalizados após o retorno das atividades legislativas em fevereiro.


Em contrapartida, a nota do MBL rebateu o argumento jurídico do parlamentar sobre o recesso legislativo, afirmando que o período de pausa nas sessões não impede deputados de manifestarem apoio ou assinarem requerimentos. O movimento destacou que mais de 250 parlamentares subscreveram pedidos de CPI durante o atual recesso e ressaltou que, até a data da publicação do vídeo, em 24 de janeiro, Waldenor não havia emitido nenhuma opinião pública sobre o tema.


Para o grupo, a ação policial é uma reação ao incômodo causado pela fiscalização de um cidadão comum sobre um mandatário, reforçando que o vídeo apenas expôs a ausência de manifestação do deputado até aquele momento.


O comunicado encerra afirmando que o MBL adotará as medidas cabíveis para a defesa de Murilo Oliveira e que continuará realizando o trabalho de cobrança de forma serena e responsável.

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