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PL articula candidatura ao Senado na Bahia de olho nas eleições de 2026

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A movimentação do governo federal para formar chapas competitivas ao Senado, com foco na renovação de dois terços das cadeiras em 2027, deve encontrar forte resistência. Na Bahia, o Partido Liberal (PL) prepara uma estratégia alinhada ao plano nacional da legenda, liderado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.


O objetivo é claro: ampliar a bancada no Senado Federal nas eleições de 2026, quando estarão em disputa 54 vagas — duas por estado. Em 2022, o PL elegeu oito senadores, além de nomes ligados ao bolsonarismo por siglas como Republicanos, PP e União Brasil. Hoje, a bancada do PL conta com 13 senadores, sendo a segunda maior da Casa, atrás apenas do PSD, que tem 15.


Na Bahia, a estratégia inicial do PL é manter a pré-candidatura de João Roma ao governo do estado, mas a possibilidade de negociar uma vaga ao Senado está em análise. A intenção seria garantir maior protagonismo da sigla na chapa majoritária, evitando ocupar apenas a vice.


Fontes ligadas ao partido indicam que há uma preferência interna por lançar um nome próprio ao Senado Federal, o que reforçaria a presença da oposição bolsonarista na Câmara Alta e daria mais força ao projeto nacional do partido. Nos bastidores, lideranças locais têm trabalhado para viabilizar esse cenário, que pode alterar a composição das alianças na disputa baiana.


A definição sobre a estratégia do PL na Bahia deve ocorrer nos próximos meses, conforme avançam as articulações para 2026 em todo o país.

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