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AtlasIntel aponta Jerônimo na liderança para governador da Bahia e Flávio Bolsonaro à frente na disputa presidencial em eventual 2º turno

há 9 horas
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A segunda rodada da pesquisa AtlasIntel/A TARDE, divulgada nesta quarta-feira (30), mostra uma mudança no cenário da disputa pelo Governo da Bahia. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) aparece numericamente à frente de ACM Neto (União Brasil) nos votos válidos, com 50,7% contra 47,5%.


Na pesquisa anterior, divulgada em 3 de setembro, ACM Neto tinha 50% dos votos válidos, enquanto Jerônimo registrava 48,7%. O novo levantamento aponta crescimento de 2 pontos para o governador e recuo de 2,5 pontos para o ex-prefeito de Salvador.


No cenário que considera todos os entrevistados, Jerônimo aparece com 49%, contra 45,9% de ACM Neto. Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1%. Brancos e nulos somam 2,8%, enquanto 0,6% não souberam ou não responderam.


A pesquisa também testou um eventual segundo turno entre os dois principais candidatos. Nesse cenário, Jerônimo aparece com 51,4% dos votos válidos, enquanto ACM Neto registra 48,6%.


O levantamento ouviu 2.000 eleitores baianos entre 24 e 28 de setembro, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BA-02425/2026 e BR-00633/2026.


Cenário nacional


O mesmo instituto também divulgou uma pesquisa AtlasIntel/Bloomberg sobre a disputa presidencial. No levantamento nacional realizado entre 23 e 28 de setembro, Lula aparece com 45,3% no primeiro turno, contra 42,2% de Flávio Bolsonaro. Em um eventual segundo turno, os dois aparecem tecnicamente empatados: Flávio tem 47,7% e Lula, 47,6%, dentro da margem de erro de 1 ponto percentual.


Na Bahia, entretanto, a pesquisa AtlasIntel/A TARDE divulgada nesta quarta-feira mostra uma diferença maior no cenário presidencial: Lula registra 58,9% dos votos válidos, contra 28,4% de Flávio Bolsonaro.


O levantamento estadual ocorre na reta final antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, e retrata um cenário diferente daquele apresentado por outras pesquisas recentes, reforçando a importância de observar metodologia, período de coleta e margem de erro de cada levantamento.

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