Manchas na pele afetam milhões e fazem crescer busca por tratamento contra melasma no Brasil
- Da Redação

- 8 de abr.
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O melasma, condição caracterizada pelo surgimento de manchas escuras na pele — principalmente no rosto —, afeta cerca de 35% das mulheres brasileiras e aproximadamente 1% da população mundial. Os dados são da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da National Library of Medicine.
De acordo com levantamento da Data Bridge Market Research, o mercado global de tratamentos para melasma deve movimentar cerca de US$ 4,8 milhões até 2030, com crescimento anual estimado em até 6,8%.
Segundo o médico Octávio Guarçoni, o melasma é uma condição multifatorial, influenciada por fatores hormonais, processos inflamatórios e exposição contínua à luz solar e à luz visível.

“O melasma não está relacionado apenas à produção excessiva de melanina. Há também fatores inflamatórios e estímulos externos que contribuem para o seu desenvolvimento. Por isso, o tratamento precisa ser individualizado”, explica o especialista.
Entre as abordagens mais utilizadas atualmente estão procedimentos como lasers de baixa fluência e peelings químicos, que atuam na renovação celular e na redução da pigmentação. Um dos protocolos citados pelo especialista é o peeling despigmentante, que auxilia no controle das manchas e na uniformização da pele.
Apesar dos avanços, o tratamento ainda apresenta desafios. O controle da condição depende não apenas dos procedimentos realizados em consultório, mas também de cuidados contínuos, como uso diário de protetor solar, evitar exposição ao sol e acompanhamento dermatológico regular.
“O sucesso do tratamento está na combinação entre técnicas adequadas e disciplina no cuidado diário. Isso é fundamental para evitar o efeito rebote e manter os resultados ao longo do tempo”, conclui Guarçoni.




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