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Presos tinham até moqueca de camarão: MP aponta omissão da Seap em abusos no presídio de Eunápolis

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A ousadia de integrantes do Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) dentro do Conjunto Penal de Eunápolis teria sido favorecida pela omissão da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), segundo denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA).


Além da fuga de 16 detentos, ocorrida em dezembro de 2024, os presos desfrutavam de regalias incomuns para o ambiente carcerário, como moqueca de camarão, chester em datas festivas, caixas de som e até um velório realizado dentro da cela. A maioria dessas ações foi autorizada pela ex-diretora da unidade, Joneuma Silva Neres, atualmente denunciada por envolvimento direto com a facção criminosa.


O MP aponta que, mesmo diante dos excessos e da violação das normas do sistema prisional, a Seap não tomou providências efetivas para conter os abusos. A denúncia considera que essa omissão institucional contribuiu para o fortalecimento da facção e o descontrole dentro da unidade prisional.

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